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Vivemos um contexto social anárquico, uma hora psicológica muito confusa.

 

Os valores éticos estão perturbados e se assevera que as instituições estão falidas. Esta é uma visão distorcida da realidade. A nossa ótica está alterada em relação ao mundo.

 

É verdade que carregamos um fardo que sobre os ombros pesa e nos faz encurvar.

 

É verdade que estamos vinculados à grande noite do passado quando delinquimos...

 

É verdade que somos herdeiros das nossas realizações passadas.

 

É verdade que a chamada libertadora do Evangelho não encontrou ressonância nas nossas almas.

 

É verdade que as nossas aspirações superiores não se concretizaram...

 

Mas o Senhor mandou-nos seguir os caminhos infinitos do mundo, para que pudéssemos enfrentar as dificuldades e as dissenções.

 

Prometeu-nos seguir conosco e abençoando-nos, tomar de nossas mãos pela senda da procura interior para que o Reino dos Céus pudesse espraiar-se dentro de nossas almas.

 

De nossa parte, é necessário romper todas as algemas que nos atam às experiências infelizes pretéritas do nosso processo de evolução.

 

Hoje, soa o momento da nossa renovação íntima. Não nos escusemos de amar!

 

Não façamos uma colocação arbitrária de julgamento infeliz sobre a nossa conduta, nenhuma autocondenação, nenhuma exaltação desnecessária. Entronizemos Jesus em nossos sentimentos e em nossa mente, para que Ele comande a nossa vida no rumo da Imortalidade gloriosa.

 

Amemos ao semelhante conforme a recomendação do Cristo. Distendamos as mãos na direção do sofrimento, vivamos o Mestre nos nossos atos cotidianos, em todos os momentos da nossa existência.

 

Não nos sintamos deserdados nem a sós. Nunca estaremos a sós. Seres bem-aventurados seguem conosco, tomam das nossas mãos na noite escura, nas encruzilhadas das decisões e conduzem-nos pela estrada iluminada do acerto.

 

É imperioso que restauremos o Evangelho pela vivência, no deserto em que se transformou a Terra.

 

Que adubemos com o suor da nossa abnegação e com o sangue do nosso sacrifício a terra árida, para que as sementes de luz da Era Nova comecem a germinar e logo mais, libertados da matéria, possamos ver o campo reverdecer as flores e os frutos maduros se multiplicarem na sociedade feliz.

 

Levantemo-nos, pois e amemos! Toda a síntese da sabedoria universal está na conjugação do verbo amar.

 

*   *   *

 

Deixemos que Jesus penetre nossa intimidade. Que suavemente Ele chegue até nós e dulcifique-nos, permitindo que o Sermão da Montanha volte a cantar nas paisagens do nosso mundo interior.

 

Expulsemos de nós a tristeza, a melancolia, os ressentimentos e mágoas, a sede de vingança e de desforço, e deixemos que o suave Rabi da Galileia tome conta das nossas paisagens íntimas.

 

 

Redação do Momento Espírita, com base em mensagem do Espírito Bezerra de Menezes, psicografia de Divaldo Pereira Franco.

 

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